quinta-feira, 17 de maio de 2012
quarta-feira, 27 de julho de 2011
“Você deveria escrever cartas diárias.” Para quem? Pergunto, mas claro que a resposta não vem. OK. Eu devo escrever cartas diárias, ouviram?
É minha nova terapia.Obviamente não vou estar mandando cartas para as pessoas, já que na verdade devo estar escrevendo as cartas para uma pessoa apenas, e assim ter uma linha lógica nas cartas – me deram a idéia de criar um email e mandar cartas para esse email, mas qual graça teria escrever cartas para mim? Tudo bem, eu vejo o sentido da coisa, porque eu não deveria lê-las novamente depois, apenas escreve-las, mas... Não.
Então eu vou tentar escrever as tais cartas diárias e publicar em um blog novo – um dia eu vou tentar lembrar quantos blogs já criei e abandonei. A lista deve ser grande.
Eu pensei em várias pessoas para quem poderia escrever cartas. Avó, irmã... Até meu Mentor, mas naaah... A ‘pessoa’ perfeita estava na minha frente, eu tinha acabado de ler a única coisa que tenho dela, então...
Surgiu o meu – mais novo, rá! – blog:
Vai funcionar bem dessa maneira mesmo, cartas diárias contando – e principalmente cavando fundo onde há muita coisa soterrada, afinal é a idéia, HAHA – como andam as coisas da minha vida.
Apenas respirando;
Sumi, não foi? As coisas não têm sido tão 'sutilmente simples' para mim, ultimamente. Vou sobreviver, é o novo mantra. Continuo com aquela crença de que a vida nos leva aonde devemos estar, empurra, faz você tropeçar... Mas te coloca lá, naquele lugar. Em 2011 sinto que dou dois passos pra frente e cinco para trás. Eu quero, quero muito algo e quando estou quase conseguindo... Ó, perdi. Não era pra ser, repito. Os meus eternos clichês morrerão comigo.
Acho interessante deixar registrado aqui – e torcer para que o blogger dure vidas – como estou nessa fase: Não estou. Ou talvez esteja, mas não sei dizer como estou. O que estou. Aonde estou. Se estou. Tem sido complicado, vai...
E tem essa questão do tempo... Chegamos em meados de 2011 e eu sinto – sinto mesmo – que já perdi o ano. É isso, 2011 'acabou' pra mim no quesito 'qualquer conquista nova' – e em qualquer área. É o que sinto, não posso mudar.
Amoroso? Estou cansada. Depois de anos, cansei.
Profissional? Concursos que me interessam tentam me levar para Brasília. Quero distância de Brasília, então terei que continuar com meu cargo público atual.
... Educacional? 8D Nhain, esse semestre não dá. OK: Não sinto a menor vontade. APATIA, teu nome é Carolina.
E até que não foi um ano tão ruim assim... Só que também não foi bom. Melhor: NÃO FOI. Nada. Nada. Hoje estou cheia de melodrama, viu? Abstraem, provavelmente semana que vem estarei feliz da vida. Inconstância, teu nome é Carolina.
Enfim: Vou sobreviver.
domingo, 17 de julho de 2011
Caio Fernando me entende.
“ Proibido (…) passear por sentimentos desesperados de cabeça para baixo, proibido emoções cálidas, angústias fúteis, fantasias mórbidas e memórias inúteis.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Devaneios.
Bom, se por um longo tempo eu não me deixei 'sentir' nada, agora que me permito isso me deixa... devastada. HAHA É complicado. Enquanto você não admite que sente tal coisa, é como se aquilo não fizesse sentido e você não fosse atingida, né? Mas chega uma hora que você aprende que precisa lidar com os sentimentos e daí.. ferrou.
Então, ano passado eu lidei com todo o sentimento, mas com aquele mantra "preciso esquecer, não terei mais nenhuma chance..." "não terei mais nenhuma chance..." "não terei mais nenhuma chance..." /ad eternum
Mas esse ano... O Universo me deixou sentir o gostinho de PODER TER a chance.
Mas daí bate a insegurança: e se não der??!
Ou então: e se ter a chance e ainda assim não conseguir aproveitá-la?
Pffffff...
Não sei o que é pior: não ter a chance e pensar em como poderia ser.
Ou ter e não conseguir fazer valer a pena.
Então, ano passado eu lidei com todo o sentimento, mas com aquele mantra "preciso esquecer, não terei mais nenhuma chance..." "não terei mais nenhuma chance..." "não terei mais nenhuma chance..." /ad eternum
Mas esse ano... O Universo me deixou sentir o gostinho de PODER TER a chance.
Mas daí bate a insegurança: e se não der??!
Ou então: e se ter a chance e ainda assim não conseguir aproveitá-la?
Pffffff...
Não sei o que é pior: não ter a chance e pensar em como poderia ser.
Ou ter e não conseguir fazer valer a pena.
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